terça-feira, 22 de outubro de 2013

A morte não só como cessação de vida mas como qualquer tipo de interrupção irremediável. Essa morte também me interessa. Todas as faces da morte me interessam.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Amar e ser mortal é angustiante

Um demônio sonhando a morte dos homens. Quero escrever como um demônio que sonha  o maior medo dos homens, inexorável e irreversível ...

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Desejo

Quero escrever como Pizarnik, criar como Onetti, calar como Rulfo. Mas o tema sempre girará em torno da morte e suas variações.

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

"? Posibilidades de vivir? Sí, hay una. Es una hoja en blanco, es despeñarme sobre el papel, es salir fuera de mi misma y viajar en una hoja en blanco."
ALEJANDRA PIZARNIK

sábado, 28 de setembro de 2013

Gaston Bachelard

 "As palavras – eu o imagino freqüentemente – são pequenas casas com porão e sótão. O sentido comum reside ao nível do solo, sempre perto do ‘comércio exterior’, n no mesmo nível de outrem, este alguém que passa e que nunca é sonhador. Subir a escada na casa da palavra é, de degrau, em degrau, abstrair.

    Descer no porão é sonhar, é perder-se nos distantes corredores de uma etimologia incerta, é procurar nas palavras tesouros inatingíveis. Subir e descer, nas próprias palavras, é a vida do poeta. Subir muito alto, descer muito baixo; é permitido o poeta unir o terrestre ao éreo. "          

              (Apud Fernando Paixão, O que é poesia. São Paulo: Brasiliense,1998, p.80.)

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Será que só a literatura pode despertar as ilusões e os desejos? As drogas e o álcool funcionam pra algumas pessoas mas não funcionam mais pra mim ...

quinta-feira, 19 de setembro de 2013