segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Sedativos morais...

Eu acreditava, enquanto estava deprimido, que estava vendo a verdade mas a verdade, como disse Salomon, a verdade mente.

domingo, 22 de fevereiro de 2015

Extracción de la piedra de locura

" Y qué sé yo qué ha de ser de mí si nada rima con nada."
(Alejandra Pizarnik)
P. disse que às vezes me acostumo com a tristeza. Não sei se isso é certo.

sábado, 21 de fevereiro de 2015

enamorada del viento

Não sei o que dizer. Tampouco sei o que fazer. Me refugio nos jogos de linguagem ouvindo Qualquer coisa.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

la hija del viento...

Comecei a ler a poesia completa de Pizarnik. Minha irmã me deu de presente nesse carnaval quando viajou pra Buenos Aires. Sei que essa leitura me levará a revisitar caminhos e cores, lugares e atmosferas que nem sei ao certo se estou preparado.

Pero hace tanta soledad
que las palabras se suicidan

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

2,9 livros por ano

Una vez Hegel definió la historia como un inmenso matadero.
Norberto Bobbio

Venus, desde el abismo, me miraba con triste mirar.

Tenho que terminar Jerusalém. E comprar uma poltrona.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Deambulando

Depois da chuva, caminhei com B. pela Paulista, pela Domingos, pela Conselheiro, pela  Remanso e não parecia que estávamos em São Paulo. Sim, pensar na morte mas também na vida. Lembrei me de Machado e depois de Bandeira.

"Ser como o rio que deflui
Silencioso dentro da noite.
Não temer as trevas da noite.
Se há estrelas nos céus, refleti-las.
E se os céus se pejam de nuvens,
Como o rio as nuvens são água,
Refleti-las também sem mágoa
Nas profundidades tranquilas."